Chocolate and Blood

Dia?

Hoje (ontem) não foi o meu dia, mesmo. Odeio quando não consigo me fazer entender. Porra, quero um tradutor automático de pensamentos, por favor. Nem ter ficado em casa prestou. Isso só me faz ter menos vontade de fazer as coisas, de adiar minhas tarefas, de desistir da vida. Cansei. Estou constantemente cansada e com cara de cansaço ou tristeza. As pessoas dizem que estou com essas caras, mas não me perguntam porque, não tentam me ajudar, nada. Sei que não dou espaço. Não tenho tido muita paciência para as pessoas ultimamente. Não aguento mais ter que CONVIVER. Isso é péssimo. Requer muita paciência, muita compreensão.

Cansei também do blog. Deste, do outro, de escrever no meu caderninho de idéias, etc. Cansei de tudo, TUDO! Quero ir embora, quero sair daqui, PRECISO deixar toda essa rotina, todas essas coisas do dia-a-dia. É uma questão de necessidade. Sou uma pessoa stressada crônica. Desde pequena que me preocupo demais, faço coisas demais, arrumo problemas demais. Preciso dar um tempo nisso tudo. Preciso dormir, acordar sem hora marcada, mudar de ambiente, ver pessoas diferentes, conhecer outras coisas.

É, queridinha, hora de enxugar as lágrimas, assoar o nariz e tratar de terminar logo esse semestre interminável.


1 semana sem postar?

Pois é, acho que isso aqui nem vai pra frente… Bem, meu outro blog (link enorme abaixo), está bem melhor em termos de textos, utilidades, links legais, comentários, etc.

http://found-ations.blogspot.com

Meu blog!


Otáááária

Opa, alguém me chamou?! o/ Eu não sei me ajudar, mas ajudar os outros é comigo mesma. E muitas vezes acabo me prejudicando por conta disso. É a vida, né?! Uns são bonzinhos, outros são sanguessugas. A natureza das pessoas é algo muito interessante. E CHATO. Será que não poderiam criar uns estereótipos novos? Tipo, algo pra gente se distrair. Um otário mais otário que os outros otários. Ah, eu gostaria de explorar alguém por um dia, uma semana, um mês, a vida inteira. Não seria legal ter um escravo? Alguém já pensou nisso? Porra, seguindo meu raciocínio bizarro, sou uma escrava. Se me pintarem de preto, então…

Anyway. Otários são os escravos do famoso “mundo moderno”. O que seria de Bin Laden se não houvesse dois otários pra sequestrar os aviões?! Hã?! Binzinho está vivinho! E os otários estão mortos. Agora, se eles conseguiram as 38473829 virgens no paraíso pra vida eterna… bom, isso ninguém vai saber! Será que Lula-lá seria mesmo presidente se o povo fosse instruído? Mas, será?! Povo-gado-escravo-otário que votou nele… quero ver se alguém da classe média está gostando dessa brincadeira de dar bolsa! Aposto que não!

Pois é. Acho que eu poderia ser chamada de escrava. A otária servidora da turma inteira, provedora das anotações, dos trabalhos, dos cadernos, dos materiais, do dinheiro, etc. Uma pequena otária!


Esquecida

Putz! Hoje eu estava no ônibus, super pensando em altas coisas, que eu super achei super inteligentes, irônicas e inovadoras. O grandessíssimo problema é que eu não tinha um fucking pedaço de papel pra anotar as idéias e, agora que estou em casa, esqueci tudo! aaaurhururhrur dor de cabeça cabra safadaaaaa! [pára, volta, olha o nível baixando, esse blog é inabitado, mas ainda tem dignidade].

Pronto, voltei à sanidade. Mas continuo sem conseguir lembrar o que tinha pensado! Vou chorar, chorarei bastante. Tá, não vai resolver. Deixa eu pensar em outra solução… er… hum… bem, não sei! Pronto, danousse. Acabou! Morgou! Já era! Beijos, volto quando tiver algo mais interessante para escrever.

Prolixidade rules!


Posted in Etc.
Tags: ,

I just don’t…

…KNOW WHAT TO DO WITH MYSELF.

I never did.
And I never will do.

Flowers in the window

I’ve found this picture today and it cheered me up. A little. I’m feeling sad. And I want my hamster to stop eating her cage. She is hurting herself. Life is just so hard. I feel like crying very often. And sometimes I feel like hurting myself, just like my hamster. That’s so terrible, so sad.


Muita coisa hoje

Correria pra lá e pra cá! Fiz contatos, conheci pessoas muito importantes, me soltei, fui além dos meus limites da timidez. Superei! Foi muita agitação e voltas e mais voltas dadas. E consegui o que queria. Estava precisando de algo assim para levantar meu astral, me dar motivação!

Porém, nada é absolutamente certo. Como diz minha mãe: “não é bom contar com o ovo no cu da perua”. E é isso o que vou fazer. Esperar, sem esperar. Não colocar muita expectativa no que está por vir. E nem contar pra ninguém, porque, se não der certo, vou pensar duas coisas: uma, que botaram “olho” no meu projeto; duas, que eu falhei e vou me sentir envergonhada quando me perguntarem o que aconteceu e eu disser que falhei.

Já tive várias experiências desse tipo. De contar pra todo mundo o que vou fazer e, de repente, tudo dar errado e vir a frustração. É péssimo. Odeio me sentir frustrada e envergonhada. É por isso que evito falar sobre o que planejo para minha vida. Só falo com minha mãe e meu pai, no máximo, com meu namorado.

Acho que ninguém lê isso aqui, mas, por precaução, não vou dizer do que se trata. Vai que alguém googleia e “acha” esse blog perdido e começa a acompanhar que nem novela?! Sai pra lá!


Cry with me

É uma bela merda acumular todos os sentimentos dentro de você. Não ter ninguém (que não seja sua mãe ou seu namorado) pra contar aquelas coisas que nem mãe, nem namorado podem lhe ajudar. O problema é que não consigo, não sei e nem tento procurar alguém para conversar, desabafar, essas coisas. Às vezes sinto que vou explodir. Chorar alivia, mas não resolve os problemas, não dá forças, muito menos aconselha. O choro é um grito de desespero, uma busca por socorro. Mas, se choro sozinha e ninguém vê, como podem me ajudar?

Ser tímida é difícil prácaralho.

Isso toma conta de mim e não me deixa fazer minhas tarefas e obrigações direito. Porra, eu ainda sou uma pessoa responsável, me preocupo muito com a perfeição dos meus trabalhos, das minhas coisas, mas estou falhando comigo mesma por conta de mim mesma. Eu só tenho uma vida, e não sei como vivê-la. Estou desperdiçando minha juventude, perdendo meu tempo com internet, deixando o mundo girar, enquanto fico parada, mexendo só as mãos para digitar esses posts, que me ajudam muito, muito pouco.

Eu tenho mais umas oito horas para tornar este dia produtivo. Oito horas, apenas. É pouquíssimo perto do que preciso fazer.